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Deputado Ronaldo Carletto cobra inclusão dos municípios que não serão pólos de universidade

Deputado Estadual Ronaldo Carletto (PP)
O deputado estadual Ronaldo Carletto (PP) tem cobrado do professor Noamar Almeida - ex-reitor da UFBA, a implantação de colégios universitários nas cidades com mais de 20 mil habitantes como Eunápolis, Itamaraju, Guaratinga, Itabela e Belmonte.

A proposta é que os colégios universitários atendam aos alunos nos dois primeiros anos, já que no terceiro ano cada universitário poderá ser transferido para o pólo da área escolhida por ele no exame do Enem. Outra vantagem é que será oferecida bolsa de estudos do governo Federal e Estadual até que eles completem o curso.
A média do Enem será regional para assegurar a vaga para os interessados de cada município, evitando assim que candidatos de outros estados ocupem as vagas. “Isso acontece no curso de medicina da UESC, onde os alunos de outros estados representam a maioria”, adverte Carletto.

Os colégios universitários tem como objetivo principal a inclusão social, onde a juventude em geral na rede pública de ensino não tem condição socioeconômica de se deslocar para os centros para fazer universidade, e com a instalação dos colégios universitários em todos os municípios acima de 20.000 habitantes, que estejam a mais de 30 km das três sedes das novas universidades que vão ser em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

Desde o início a proposta foi defendida pelo deputado Ronaldo Carletto que questionou a situação dos municípios que não foram agraciados com um dos pólos da universidade. Por isso Carletto considera um grande avanço a implantação desses colégios na região.

EXIGENCIAS – Para disputar as vagas o aluno terá que ter concluído o ensino médio, e superar o ponto de corte do Enem que é 400 pontos na pontuação geral e 500 pontos na redação, e a universidade terá blocos de vagas em torno de 100 alunos que serão multiplicados pelo numero de alunos que terão a condição de entrar na universidade. Disse o professor e analista Naomar Almeida.
O aluno não entra em um curso profissional direto, ele entra em um kit de aprendizado, sendo dividido em etapas sendo humanidades, artes, ciências tecnologia e saúde, e faz um curso que dura três anos que e o bacharelado interdisciplinar, sendo que este curso é ao mesmo tempo formação geral e em seguida um preparatório.

No caso de Itamaraju, por exemplo, as análises dos colégios Inácio Tosta Filho, Polivalente e Modelo foram feitas durante o mês de outubro e em 2013 darão início as implantações e estruturas das salas com equipamentos e equipes, para que em 2014 comecem as aulas da universidade. Itamaraju irá ter um colégio universitário com 200 vagas no total servindo de referencia, pelo fato do município ter uma demanda muito grande em educação superior.

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