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'Tragédia não foi maior porque acabou munição', diz delegado sobre chacina em Porto Seguro

A tragédia de domingo (05) em Porto Seguro poderia ter sido maior, se a munição dos bandidos não tivesse acabado. A declaração foi dada pelo delegado Moisés Damasceno, coordenador regional da Polícia Civil.

Conforme depoimentos colhidos junto aos sobreviventes da tragédia, muitas pessoas se esconderam no banheiro, mas foram encontradas pela quadrilha e, mesmo assim, conseguiram escapar.

O delegado cita o caso de um homem que, na saída da casa, foi abordado por um dos assassinos que lhe disse que ele era uma pessoa de sorte, "pois a munição do grupo havia acabado", frisa o delegado.

As investigações apontam ainda que, horas antes da chacina, as vítimas teriam se envolvido em uma confusão na orla norte da cidade. A polícia também não possui elementos para ligar a chacina ao fato de metade das vítimas ser filhos de policiais.

ARMAMENTO PESADO - A quadrilha usava armamento de grosso calibre, coletes à prova de bala, roupas camufladas e brucutus. "Se apresentaram como policiais, colocando as pessoas todas deitadas no chão e as executando", afirma.

Moisés Damasceno reforça que toda a polícia está empenhada na elucidação do crime, que deixou oito pessoas mortas e uma ferida. Alguns suspeitos já teriam sido identificados. "Estamos esperando a chegada de uma equipe de salvador que vai nos ajudar nas investigações", finaliza.  (Radar 64)

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