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PETO age rápido e prende Maxsuel suspeito de matar João Victor no Bairro Jerusalém

Teixeira de Freitas: Policiais militares do PETO prenderam em menos de uma hora do crime, o suspeito de ter matado o jovem João Victor, no Bairro Jerusalém. A PM agiu rápido, após denúncias de que o indivíduo identificado como Maxsuel Santos Silva, 19 anos de idade, seria o autor dos disparos que mataram o João Victor. Enquanto uma guarnição fazia a preservação da cena do crime e a Polícia Civil fazia o levantamento cadavérico, uma guarnição do PETO realizava diligências a fim de prender o suspeito.

Os policiais foram até a casa do acusado, localizada na Rua B, no Bairro Residencial Castelinho. O suspeito estava em posse de uma bucha de “maconha” e as mãos com cheiro de pólvora. A polícia não encontrou a arma do crime e conduziu o Maxsuel para a sede da 8ªCOORPIN, onde ele foi apresentado à delegada Maria Luíza, para as devidas providências. Segundo informações de populares, o Maxsuel matou o João Victor porque ele teria furado de faca um amigo do Maxsuel. Segundo informações, esta foi a motivação do crime.

Nossa equipe de reportagem não conseguiu gravar entrevista com o suspeito, que estava visivelmente nervoso. O acusado, que já tem passagem por tráfico, negou que tenha sido ele o autor do crime. A delegada pediu um exame de pesquisa de chumbo particulado, para detectar a presença de pólvora nas mãos do acusado e aguarda o resultado do exame. Diante das circunstâncias e evidências prévias, a delegada autuou o acusado em flagrante por crime de homicídio (Art. 121 do Código Penal Brasileiro).

Sobre o crime:
 
Por volta das 21h00, desta quinta-feira, 15 de junho, a Polícia registrou o segundo homicídio do dia em Teixeira de Freitas. O crime aconteceu na Rua Inácio Monteiro, no Bairro Jerusalém, em frente a um bar, e teve como vítima, o jovem João Victor Franco de Souza, 18 anos de idade. Segundo os peritos, a vítima foi atingida por 05 (cinco) tiros, sendo 01 no pescoço e 04 na cabeça. Nenhum projetil ou cápsula foram encontrados próximo ao corpo. Após a perícia, o corpo foi removido ao IML para exames de praxe.  (Por: Edvaldo Alves)

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