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Prefeito de Itamaraju é desmascarado por internauta após publicar informações sobre biblioteca

É cada vez mais frequente o embate virtual entre o prefeito Marcelo Angênica, a primeira dama Fabiana Angênica e seus seguidores. A maior parte dos debates, com direito a réplicas, trás à tona a insatisfação dos moradores diante da propaganda feita pelo gestor, na sua maioria não condizente com a real situação vivenciada pela população.

Recentemente o prefeito foi desmentido por conta de uma publicação em sua página do Facebook onde afirmava ter concluído as obras de reparos na iluminação pública da cidade. Ao perceber a postagem, um membro do Grupo Fiscaliza Itamaraju que reside no bairro descrito na postagem, enviou fotos comprovando que não haviam sido feitos reparos, fato que forçou o prefeito a corrigir a publicação e acrescentar que as obras estavam “quase” concluídas.
Mas novamente, na ultima quinta-feira (29/06) Marcelo Angênica voltou a ser desmascarado por um dos seus seguidores nas redes sociais. Desta feita ao publicar a informação equivocada de que o município possui várias bibliotecas públicas, o gestor foi indagado pelo jovem Calebe Souza que questionou Angência sobre a localização das mesmas. Em sua réplica, aparentemente sem saber a localização exata, Angênica afirmou existir uma biblioteca funcionando “nas proximidades do Ginásio de Esportes”.

No dia seguinte, o mesmo internauta retornou ao facebook do prefeito e disparou: “Marcelo Angênica, passei por essa rua e não encontrei a tal biblioteca. Perguntei no CRAS (Centro de Referencia de Assistência Social) e eles não souberam informar.” Calebe ainda finalizou sua postagem questionando novamente ao prefeito sobre a localização da biblioteca. Dessa vez permanecendo sem resposta alguma do gestor que aparentemente não conhece boa parte dos órgãos do município que atualmente governa.

Biblioteca Fantasma?

Nossa equipe foi até a rua onde supostamente funcionaria a biblioteca. Após conversar com alguns moradores, chegamos até uma residência que pertence a um pecuarista local e que supostamente havia sido alugada por R$ 4.500,00 (Quatro mil e quinhentos Reais) para funcionamento da biblioteca. Para nossa surpresa, o imóvel estava fechado, e a única identificação eram placas de “aluga-se” fixadas nos portões da mesma, impossibilitando que qualquer pessoa consiga encontrá-la.

Nossa equipe tentou contato com a secretaria de educação, porém ninguém foi localizado para explicar o fato. (Por Redação)

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