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Protesto de quase quatro horas trouxe transtornos pra milhares de turistas

Grupo de trabalhadores rurais cobrava prisão de assassino de camponesa

Grupo de trabalhadores pedia mais segurança e prisão de assassino de camponesa
PORTO SEGURO - Um grupo de trabalhadores rurais interditou a BR-367, na manhã deste sábado (23), próximo ao trevo de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro, por cerca de quatro horas. Foi o resultado de um protesto contra a violência no Assentamento Gildásio Sales Ribeiro, localizado às margens da rodovia.

A situação se agravou, segundo os líderes do movimento, no fim da tarde de sexta-feira (22), com o assassinato da camponesa Damiana Farias, de 46 anos, atingida por diversas pauladas. A mulher ainda teria sofrido tentativa de estupro.

Os trabalhadores fecharam a rodovia, na altura do trevo de Arraial d’Ajuda, prejudicando também o fluxo de veículos que vinha do litoral sul – sobretudo de Arraial d’Ajuda e Trancoso -, pela rodovia BA-001.
Milhares de pessoas que se deslocavam para o litoral de Porto Seguro ficaram prejudicadas
A Polícia Rodoviária Federal empreendeu muito esforço na negociação com os manifestantes, que se recusavam a liberar o trânsito. Eles exigiam, entre outras coisas, a presença da imprensa, a prisão do assassino de Damiana e mais rondas ostensivas na comunidade onde moram.

O protesto trouxe muitos transtornos para milhares de pessoas, principalmente turistas, que se deslocavam para Porto Seguro, onde vão passar as festas de fim de ano. Houve enormes congestionamentos nas duas estradas. “Em determinados momentos, o grupo liberava a passagem de alguns veículos e depois voltava a fechar a pista”, afirmou um policial.

A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o assassinato de Damiana, mas ainda não informou se já tem algum suspeito.

PHOTO JORNALISMO / Da Redação do Radar 64

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