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Polícia acredita que estuprador de bebê não saiu da região de Santa Maria Eterna


Delegado Wendel Ferreira investiga o crime/
Foto: RADAR 64 

BELMONTE -
A Polícia Civil de Belmonte percorre, na manhã desta terça-feira (20), diversas fazendas para divulgar, junto a trabalhadores rurais, informações que possam ajudar na localização de Rairone Moura dos Santos, o Eron, de 47 anos.

Ele é acusado de ter estuprado um bebê de quatro meses, no início da madrugada de domingo (18), no povoado de Santa Maria Eterna. Na segunda-feira (19), a justiça já determinou, atendendo a representação do delegado Wendel Ferreira, a prisão preventiva de Rairone.

“Vamos concentrar nossa ação nas regiões de Santa Maria Eterna, onde ocorreu o crime, e de Boca do Córrego. Iremos levar fotos do suspeito para divulgar”, destacou o delegado.

Segundo Wendel Ferreira, como Eron, que vive há anos na região, possui muitos conhecidos em propriedades rurais, acaba conseguindo circular e se manter escondido com facilidade. “Ele está acostumado a andar nas matas e há pessoas que ainda não foram informadas ou não associaram o nome à pessoa, e acabam o ajudando”, destacou o delegado.

BEBÊ SE RECUPERA
- De acordo com o delegado, a menina de quatro meses passou por uma cirurgia no Hospital Regional de Eunápolis, onde está internada desde domingo, se recuperando. “Fui informado que correu tudo bem na cirurgia”, contou o delegado.


Mãe da criança afirmou que também já tinha sido estuprada por Rairone/
Foto: RADAR 64 

JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS - Wendel informou que a comunidade tem apoiado a polícia com denúncias sobre a possível localização de Rairone, mas alerta que é importante que ninguém procure fazer justiça com as próprias mãos.

“Esse tipo de crime causa uma comoção muito grande e algumas pessoas tentam agir por conta própria. Isso acaba fazendo com que algumas pessoas acabem se envolvendo em um crime ou até cometendo uma injustiça, ao abordar a pessoa errada”, ressaltou o delegado.

Rairone já teve a prisão preventiva decretada pela justiça/
Foto: Divulgação 

Ele destacou que a polícia tem feito o seu trabalho, apurando as informações que tem recebido e que caso a comunidade tenha dados que possam ajudar na localização do suspeito que entrem em contato com as polícias militar (190) ou civil (73 - 3287-2408).

Photo Jornalismo / Da Redação RADAR 64

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