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Delegada de Nova Viçosa Waldiza Fernandes é exonerada, Marco Antônio Neves, assume


Nova Viçosa: O Diário Oficial desta quarta-feira, 21 de março, trouxe não só a exoneração do delegado titular da Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, Manoel Andreetta. A edição trouxe também a exoneração da delegada titular da Delegacia Territorial de Nova Viçosa, Waldiza Fernandes. A dupla exoneração que já era tida como certa nos bastidores, "assina" a politicagem que virou a Polícia Civil nesses últimos tempos.

O delegado geral da Polícia Civil, Bernardino Brito, foi acusado pelo presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado da Bahia (Adpesb/Sindicato) de fazer "constantes remoções injustificadas". Com isso, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um procedimento de investigação preliminar (que antecede o inquérito civil) contra o delegado-geral da Polícia Civil, Bernardino Brito Filho, após as denúncias.

Bernardino Filho, que assumiu o posto em fevereiro de 2015, é suspeito de praticar atos de improbidade administrativa, é o que acusa o presidente Adpeb, Fabio Lordello, que reafirma " o delegado-geral fez constantes remoções injustificadas”.

No seu trabalho à frente da Delegacia Territorial de Nova Viçosa, Waldiza Fernandes foi responsável pelas autuações de Latrô, apontado como chefe do tráfico de drogas, e que mesmo de dentro do presídio ordenava ações criminosas, e de Marcelo Matador. A delegada trabalhou e conseguiu a elucidação de diversos crimes, dentre eles o crime brutal contra André Moto Taxi. Na ocasião os autores foram presos e apresentados a imprensa.

Na gestão Waldiza Fernandes, a Polícia Civil prendeu um criminoso que integrava uma quadrilha de Itabuna. O Diário Oficial publicou ainda que o delegado de Nova Viçosa será o delegado Marco Antônio Neves, ex-delegado da DTE e que vinha desempenhando um belíssimo trabalho na cidade de Itamaraju ao lado da delegada Rosângela.

Nossa equipe apurou as acusações da Associação dos Delegados, onde o presidente Fábio Lordello ainda concluiu: “Como operadores do Direto, sabemos que a remoção de ofício ocorre por iniciativa da administração, porém, o mesmo deve obedecer aos princípios da legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência. Porém esses atos vêm, continuamente, sendo publicados no Diário Oficial sem a devida motivação, gerando demandas judiciais desnecessárias”, disse, ao ressaltar que as remoções provocam prejuízos “morais e financeiros”.

Assim como fizemos para o delegado Manoel Andreetta, nossa equipe parabeniza a delegada Waldiza Fernandes pelos serviços prestados.

Photo Jornalismo / Com informações de Rafael Vedra

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