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"Missinho" acusado de mais de 30 homicídios é morto em confronto com a Polícia Militar

Entre os crimes, morte de menina de quatro anos a tiros de espingarda calibre 12


Missinho era foragido de Itabuna e estava usando Itabela como esconderijo
ITABELA
- Um homem suspeito de liderar uma facção criminosa responsável por tráfico de droga e homicídios no município de Itabuna foi morto em uma operação da Polícia Militar, no início da manhã desta quinta-feira (26), na zona rural de Itabela, no extremo Sul do estado.

De acordo com informações da Companhia de Ações Especiais da Mata Atlântica [CIPE], durante a ação de cumprimento de mandado de prisão e de porte ilegal de arma de fogo, expedidos pela justiça de Itabuna, Edmilson Soares de Oliveira, 22 anos, resistiu e acabou baleado.

Mas conhecido como Missinho, o acusado ainda foi socorrido ao Hospital Municipal Frei Ricardo, mas acabou não resistindo.

Segundo a polícia, ele estava se escondendo no Assentamento Gildásio Barbosa, onde, conforme denúncias, estava impondo temor à comunidade. Durante a operação, um comparsa conseguiu fugir.
Foto: Divulgação

Material apreendido durante a operação da Polícia Militar

"Ele usava Itabela como esconderijo e para o planejamento e execução de assaltos na região, especialmente em Trancoso e Arraial d'Ajuda, distritos de Porto Seguro", informou o comando da Cipe-Mata Atlântica.

Conforme as investigações, Missinho era suspeito de matar mais de 30 pessoas. Dentre os crimes, a polícia destaca a morte da menina Ana Ketelen Jesus Santos, de quatro anos, em Itabuna, no ano de 2012. A criança foi atingida por tiros de espingarda calibre 12 enquanto dormia.

"Naquele dia, 15 homens fortemente armados invadiram a localidade de Pau Caído, na zona rural de Itabuna e atiraram nas pessoas indiscriminadamente", diz a Cipe.

Durante a operação em Itabela, os policias militares apreenderam uma pistola nove milímetro, munição do mesmo calibre, 100 gramas de maconha, cinco relógios dourados, três celulares e várias correntes douradas. A ação contou com apoio de policiais da 7ª CIPM, de Eunápolis.

Photo Jornalismo/Da Redação do RADAR 64

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