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PETO é acionado, investiga desmanches de carros no Estância Biquíni e prende receptadores


Teixeira de Freitas: Na tarde deste domingo, 12 de agosto, policiais militares do PETO descobriram um desmanche de veículo, funcionando em pleno vapor, na Rua Vitória Gama, no Bairro Estância Biquini. A guarnição flagrou o momento em que o suspeito Edimar Silva de Oliveira, 43 anos de idade, estava desmanchando um veículo VW Up, de cor branca, licenciado no Espírito Santo. O veículo foi roubado em 28 de julho desse ano, na cidade de Vila Velha/ES.

Na ação, os militares descobriram diversas peças de outros veículos, sendo que no local, funcionava um galpão. Os militares deram voz de prisão ao Edimar e ao dono do galpão, identificado como sendo, Ricardo Brito de Oliveira, 39 anos de idade. Os dois foram conduzidos para a Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, juntamente com algumas peças de veículos. O caso foi apresentado ao delegado plantonista, Júlio César Telles, para as devidas providências.


Segundo informações, a Polícia Civil recebeu a denúncia de que um veículo VW Up roubado no Espírito Santo estaria sendo entregue neste domingo em Teixeira, em um Posto de Combustível. Os policiais civis montaram campana no local em que o veículo seria entregue, mas, os suspeitos não apareceram. Após uma denúncia, policiais militares do SOInt e do PETO chegaram até o galpão, onde segundo as investigações, vinham funcionando uma Central de Desmanches da região.

O delegado Júlio Telles autuou o Ricardo por crime de receptação qualificada e formação de quadrilha. O Ricardo, segundo a polícia, é o cabeça do bando, que vem comprando carros batidos, e após adquirir veículos roubados, montam o veículo legal com peças de veículos roubados. Já o Edimar foi autuado por crime de receptação simples e formação de quadrilha. Ainda segundo a polícia, há um terceiro integrante, que já foi identificado, e que está sendo investigado.

Nossa equipe de reportagem acompanhou todo o caso e procurou os acusados Ricardo e Edimar para que eles falassem sobre as acusações. Mas, ele não quiseram falar, permanecendo em silêncio. Disseram que só falaria em Juízo. Como o crime não cabe fiança, o Ricardo e o Edimar foram recolhidos à carceragem da 8ª COORPIN, ficando à disposição da Justiça.


Photo Jornalismo/Com informações de Edvaldo Alves

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