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Aeroporto 9 de Maio passará a operar por instrumentos, voos deixarão de ser cancelados e valor da passagem será menor


O Aeroporto 9 de Maio de Teixeira de Freitas passará a ser operado por instrumentos, porque acabou de ser contemplado nesta sexta-feira (16/11) pelo 3º Lote do TED – Termo de Execução Descentralizada, da Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil para receber a Instalação de uma Estação Meteorológica de Superfície Automática (EMS-A).

Conforme o prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD), o secretário estadual de Infraestrutura da Bahia, Marcus Benício Foltz Cavalcanti já foi oficiado sobre a liberação dos recursos que serão destinados para o Aeroporto 9 de Maio de Teixeira de Freitas. O Governo do Estado é quem celebra o processo de concessão da outorga, até porque, será a Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia a responsável pela sua manutenção e segurança patrimonial.

“O investimento na implantação da EMS-A, indica que o nosso Aeroporto passará a operar por instrumentos e terá capacidade de receber aviões maiores, inclusive acabará com o problema de cancelamento de voos tanto para pouso quanto para decolagem em Teixeira de Freitas, além disso, a Azul Linhas Aéreas que hoje opera comercialmente no nosso Aeroporto com um Avião TR72 com capacidade para 68 passageiros, passará a operar com um Avião Jato da Embraer com capacidade para 130 passageiros e, naturalmente, o valor da passagem passará a ficar mais barata”, lembra o prefeito Temóteo Brito.

Segundo Flávio Guimarães de Pádua, secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Turismo, os equipamentos estão sendo adquiridos pelo Governo da Bahia em parceria com a Prefeitura Municipal junto ao Governo Federal, cuja implantação da EMS-A visa contribuir para a segurança, a regularidade e a eficiência na navegação aérea e representa, sobretudo, a consolidação dos voos comerciais em Teixeira de Freitas e da segurança turística e comercial da região.

Uma Estação Meteorológica de Superfície Automática é composta de uma unidade de memória central (“data logger”), ligada a vários sensores dos parâmetros meteorológicos (pressão atmosférica, temperatura e umidade relativa do ar, precipitação, radiação solar, direção e velocidade do vento), que integra os valores observados minuto a minuto e os automatizam a cada hora. 

Photo Jornalismo/Por Athylla Borborema

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