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Perito de Teixeira é denunciado por caminhoneiros: 30 dias para liberar uma carreta recuperada após assalto

Teixeira de Freitas: Um vídeo tem viralizado nas redes sociais sobre o desabafo do representante do Sindicato dos Caminhoneiros do Espírito Santo, o caminhoneiro Bira Nobre. O representante da categoria vem fazendo um apelo nas redes para que uma carreta, que foi tomada de assalto no último dia 23 de janeiro, seja liberada ao proprietário. Bira Nobre mostra toda a sua indignação, pois, depois de passar pelo terror de ser assaltado, ter uma arma sobre a cabeça, ser amarrado, e não saber se sairia vivo do assalto, agora, o profissional está impossibilitado de retirar o seu veículo, por mera burocracia da polícia.


Segundo o caminhoneiro, após o veículo ser recuperado, o proprietário procurou a Delegacia de Teixeira de Freitas (sede da 8ª COORPIN) para retirar a carreta recuperada, mas, segundo informações, o veículo só poderá ser liberado após a perícia. O delegado emitiu uma guia para que o veículo fosse periciado, mas, segundo a denúncia do representante do sindicato, o perito está de férias e só poderá fazer a perícia depois do dia 21 de fevereiro. Segundo informações levantadas por nossa equipe, o perito Eduardo Portugal, lotado na CRPT de Teixeira de Freitas, teria saído de férias e levado as guias da perícia.

Nossa equipe buscou informações junto ao coordenador do DPT de Teixeira de Freitas, o perito Flávio, e este confirmou que a perícia deverá ser feita pelo perito que recebeu a guia. “Isso é um absurdo. O caminhão já tem 15 dias que foi recuperado e estão dizendo que terá que esperar 30 dias. Me ajude pelo amor de Deus, o caminhoneiro tem contas para pagar e para isso precisa trabalhar [...]. Compartilhe para que esse perito coloque a mão na consciência. Não estamos pedindo para liberar um bandido, um criminoso, mas, para liberar uma ferramenta de trabalho de um amigo, que precisa sobreviver de seu trabalho”. Com essas palavras Bira Nobre pede a todos que compartilhem o vídeo e ajude nessa causa, pois um trabalhador honesto não pode passar por isso.

Photo Jornalismo/Por: Edvaldo Alves

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