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Vídeo: NHT prende em Medeiros Neto um dos maiores assaltantes de mansão do país

Medeiros Neto: Após trabalho investigativo implementado pelo NUROC/ES (Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e Corrupção, liderada pelo delegado Alexandre Falcão, e com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o Núcleo de Homicídio e Tráfico da 8ª COORPIN, liderado pelos delegados Bruno Ferrari e Manoel Andreetta, diligenciou até Medeiros Neto, onde prendeu o foragido da Justiça, Wladimir Alexandria de Castro, 56 anos de idade, vulgo “Frajola”.

A prisão se deu no Bairro São Bernardo, em uma casa onde ele se encontrava foragido da Justiça Capixaba. A equipe do Liberdade News conversou com o acusado, que diz ter sido solto no regime aberto, e foi para Porto Seguro, para a casa da sua mãe, porque era aniversário dela. Chegou a ser preso em Porto Seguro, mas, ele alegou ter apresentado autorização. Porém, a Conexão entre as polícias do RJ, ES e BA, através do mandado de prisão, conseguiu localizar e prender o “Frajola” em Medeiros Neto.

Em entrevista ao Liberdade News, o Wladimir (Frajola) disse que foi o maior assaltante de mansão do país em 1984. “Assaltei a mansão do presidente da FIESP, em 1984, que foi considerado o assalto do século. Assaltei a mansão do ministro das Minas e Energia, César Calsen, em Recife. Assaltei a mansão do presidente das Linhas Correntes do Brasil, o alemão o James Gordon Huff, no Morumbi”, disse Frajola.

Questionado sobre onde está essa grana toda, o acusado disse que na década de 80 ele aplicou no Overnight, OpenMarket e Letra de Câmbio ao Portador. “Fui minerado várias vezes por Polícias que me tomaram muito dinheiro. Os policiais gostavam da nica, mas o de Teixeira gostam de prender, não gostam da nica não”, disse. “O crime não compensa. A casa caiu. Vou volta para a cadeia, e cumprir a minha pena, pois fui condenado a 57 anos de prisão”.

“Tinha saído recentemente pela porta da frente, mas, saí do estado do Espírito Santo e vou ter que voltar para a cadeia. Nunca mais roubei, estava seguindo minha vida, minha família tem condições, mas, agora é pagar a dívida com a Justiça”, finalizou.

Photo Jornalismo/Por: Edvaldo Alves

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