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Secretaria de Saúde de Teixeira de Freitas investe na informatização no serviço dos Agentes Comunitários de Saúde

As equipes de saúde da família de Teixeira de Freitas já começaram a usar tablets durante o atendimento à comunidade. A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde de Teixeira de Freitas, fez a entrega, em fevereiro deste ano, dos equipamentos para os 248 ACS e realizou o treinamento destes profissionais.

O uso da tecnologia mobile proporciona maior agilidade e qualidade ao trabalho dos ACS, que passam a ter acesso remoto à base de dados da Secretaria de Saúde. Dessa forma, eles verificam em tempo real o histórico das famílias, se há medicamentos de uso contínuo e quais as principais necessidades delas.

O secretário de saúde, Fabiano Marily, explicou que esta melhoria é fundamental para a atenção básica, que é a porta de entrada de todo o sistema de saúde do município. “ com os tablets temos mais qualidade e agilidade nas informações necessárias para que a gente possa efetivamente trabalhar o planejamento mais focado na real necessidade da população de Teixeira de Freitas.”

Segundo a enfermeira, Juliana Camata, os tablets estão facilitando muito o processo de trabalho da equipe. “A gente tem acesso agora a todos os dados do usuário. Sem contar na comodidade para os agentes comunitários de saúde, que, antigamente, carregavam muitos papeis pesados. Agora podemos ter com facilidade dados como: número de hipertensos, diabéticos, pessoas com tuberculose, gestantes, etc, consolidando as informações sobre a situação das famílias.”, explicou a enfermeira coordenadora do ESF Teixeirinha.

Os agentes de saúde também gostaram da evolução no serviço. A ACS, Raimunda Lúcia Sena, disse que a velocidade das informações e a possibilidade de os agentes serem acompanhados no dia a dia com os dados, são um diferencial. “Na prática, o tablet trouxe mais rapidez, porque uma visita que demorava de quinze a vinte minutos, hoje a gente faz bem mais rápido em até 5 minutos. Isso é melhor para o agente e melhor para o morador.”, destacou a ACS.
Antes de adotar os tablets, os agentes precisavam preencher as informações em fichas de papel manualmente e, somente quando voltassem à unidade, poderiam registrá-las no sistema. Além do retrabalho dos profissionais, essa prática poderia ocasionar possíveis inconsistências nas informações quando digitalizadas.

Com o tablet os ACS conseguem cruzar informações, identificar áreas de risco, criar mapas epidemiológicos e acompanhar de perto a situação de gestantes e doentes crônicos. Além disso, no momento da visita, é possível obter a localização geográfica do agente via GPS, facilitando o mapeamento dos pontos de cobertura das equipes. De volta à unidade de saúde com acesso à internet, as informações são automaticamente atualizadas no software e são enviadas ao e-SUS.


PHOTO JORNALISMO / ASCOM/PMTF

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