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NHT elucida homicídio de Juliano Machado no Liberdade II em Teixeira e pede prisão dos acusados

Teixeira de Freitas: A Polícia Civil (NHT da 8ª COORPIN) elucidou mais um homicídio consumado, praticado em Teixeira de Freitas. Trata-se do assassinato de Juliano dos Santos Machado, 29 anos, assassinado no Bairro Liberdade II, no dia 01 de junho de 2019. Segundo as investigações, os criminosos utilizaram uma motocicleta Honda de cor preta, para se aproximar de surpresa e por trás da vítima, que seguia com sua motocicleta Honda NXR, de cor preta, placa policial JSZ-7559, pela Rua Cruz das Almas, no cruzamento próximo à Igreja Adventista e do campinho, no referido bairro, quando então o carona sacou sua arma de fogo e efetuou vários disparos.

Após a prática do crime, os executores deixaram o local com a motocicleta, tomando rumo ignorado. O caso foi para a Equipe do NHT, sob a responsabilidade dos delegados Manoel Andreetta e Bruno Ferrari. Segundo o delegado Manoel Andreetta, após o desenvolvimento das investigações, imprimidas em conjunto com os investigadores Sérgio Adriano, Alexandre Augusto, Alex Honorato e Marcos Gomes, foi apurado que a vítima estava envolvida com o tráfico de drogas no Bairro São Lourenço, figurando como integrante do Grupo do Gueto, o qual está em guerra, disputando os pontos de venda e distribuição de drogas contra o grupo rival (Grupo de Bujão).

“O Grupo de Bujão é chefiado por Valdo Bentinho da Silva, o “Bujão”, 37 anos, então interno do CPTF, e seu sobrinho Reginaldo Silva de Souza, o “Branco”, 32 anos. No dia anterior à morte da vítima, Juliano, promoveu um “ataque” contra a vida de Reginaldo, fato ocorrido no Bairro Liberdade I. Naquela oportunidade, Juliano efetuou vários disparos de arma de fogo contra Reginaldo, atingindo-o na altura do joelho, no momento em que ele saia de uma mercearia, sendo certo que, o alvejado conseguiu fugir do local, escapando por pouco da morte, sendo socorrido posteriormente por familiares ao HMTF, onde conseguiu se recuperar das lesões sofridas”, explicou o delegado.

“Segundo as investigações, Juliano vinha “escoltando” e perseguindo os integrantes do grupo rival pelas ruas, não só do Bairro Liberdade, mas dos demais bairros circunvizinhos, contando, inclusive com a participação direta e efetiva na prática de outros de crimes de homicídio contra o Grupo do Bujão. De fato, ao ser alertado pelos seus “meninos de pista” de que a vítima Juliano vinha rondando pelas ruas do Bairro Liberdade para matar seus “funcionários”, e após o ataque feito por este a seu sobrinho Reginaldo (sua “voz” fora do presídio), o chefe Valdo, o “Bujão”, e o seu sobrinho sobrevivente deram a ordem para que seus comparsas, promovessem o “revide” ou seja, matassem Juliano”.

Ainda segundo o delegado Andreetta, a ordem foi cumprida por um dos executores do grupo, a pessoa de Leonardo Rocha da Silva, o “Léo”, 20 anos, e por outro integrante não identificado, os quais aceitaram o “serviço” na promessa de receberem dos chefes do grupo a quantia de R$ 4 mil reais. “No dia do crime, um motociclista do grupo, não identificado, pegou o Leonardo na casa dele, levando a arma de fogo usada para praticar o crime, oportunidade em que conduziu o executor para o local onde a vítima se encontrava, após ter seguido e “escoltado” a mesma. O executor, então, puxou a arma de fogo e descarregou contra as costas da vítima Juliano, que morreu no local”, acrescentou.

Após algumas horas, policiais militares do PETO prenderam em flagrante delito o executor Leonardo, portando a arma de fogo utilizada para matar a vítima, oportunidade em que foi lavrado o flagrante pelo delegado Charlton Fraga, no plantão da Delegacia.

Após encaminhamento dos autos ao NHT, já no dia 03 de junho deste ano, a Equipe obteve êxito em solucionar o crime, atribuindo as devidas responsabilidades aos autores envolvidos. O procedimento foi devidamente finalizado, saneado e relatado no NHT, com o pedido de prisão preventiva dos protagonistas.

PHOTO JORNALISMO / Por: Edvaldo Alves/Liberdadenews

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