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Delegada do caso Beto diz que morte foi por asfixia e não será investigada como ato de racismo

Imagem de vídeo que circula em redes sociais do momento em que homem negro foi espancado até a morte em unidade do Carrefour em Porto Alegre.

A delegada Roberta Bertoldo, que fará a investigação do homicídio de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, conhecido como Beto pelos amigos, que foi espancado até a morte por seguranças de uma loja do Carrefour em Porto Alegre, declarou à Folha de S.Paulo que, até este momento, o caso não é tratado como racismo.

Os 2 suspeitos, 1 homem de 24 anos e outro de 30 anos, foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e foi levado para 1 presídio militar. O outro é segurança da loja e está em 1 prédio da Polícia Civil. A investigação trata o crime contra Beto, como era conhecido pelo amigos, como homicídio qualificado.

Assista ao vídeo do momento abaixo (atenção: as imagens a seguir podem ser perturbadoras. A visualização está disponível apenas para maiores de 18 anos, diretamente na plataforma do YouTube):

A morte de João Beto, como o homem era conhecido pelos seus amigos, é apurada pela 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Porto Alegre.

Em nota ao Poder360, a chefe da Polícia Civil, Nadine Anflor, afirmou que “é impossível negar que o racismo estrutural existe”, mas destacou que neste momento inicial das investigações o que há é “1 homicídio, em princípio com 3 qualificadoras: motivo fútil, impossibilidade de recurso de defesa da vítima e a causa da morte por asfixia”. Ela citou que, caso hajam elementos que mostrem que a motivação é “uma questão de discriminação racial”, o inquérito pode seguir por outro rumo.


PHOTO JORNALISMO / Fonte:Poder 360

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