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Vídeo: Tia acusada de matar bebê afogado fala com exclusividade à TVLN e nega as acusações

Nova Viçosa: Nossa equipe de reportagem entrevistou com exclusividade a acusada de ter matado um bebê de apenas um mês de vida, afogado em uma caixa d’água, no distrito de Posto da Mata, fato ocorrido na madrugada de sexta para sábado (28). O crime repercutiu no distrito de Posto da Mata e chocou toda a região por se tratar de uma criança indefesa de apenas um mês de vida.

A acusada trata-se de Maria Aparecida Monteiro Apolinário, 41 anos, mais conhecida como “Cidinha”. Em entrevista ao Liberdade News, a acusada se mostrou bastante tranquila e confiante de que os fatos serão esclarecidos. Em todos os momentos ela nega ter matado o próprio sobrinho, bem como nega a alegação do pai do bebê de que ela queria ficar com ele, e isso teria sido o suposto motivo para o crime.

Segundo a acusada, no dia do ocorrido ela estava em casa, com seus filhos, e recebeu um telefonema da sua sobrinha, que estaria passando mal. Chegando na casa da sobrinha, ela a encontrou dançando, e se divertindo, com a mãe e o padrasto e o marido dela (pai da criança). “Quando eu vi aquele movimento, eu estava retornando para minha casa e ela (a sobrinha/mãe do bebê), pediu para que eu ficasse mais um pouco”.

“Nesse momento eu pedi para ir ao banheiro fazer xixi, e o marido dela (pai do bebê) cedeu o banheiro, que é na casa onde ele mora, do lado do bar. Ele me levou até a porta do banheiro, me deixou lá e voltou. Quando eu cheguei na porta da rua, o marido da minha sobrinha já me recebeu com um murro e me acusou de ter matado o filho dele. Eu disse que filho, pelo amor de Deus? Eu nem tinha visto o bebê”.

“Eles disseram que o bebê estava no sofá, e a mãe do bebê só gritando que eu tinha matado o filho dela. Como eu poderia matar uma criança se eu também tenho filhos? Não estou sabendo de nada. Eles entraram na residência e ela já saiu com o bebê todo molhadinho e disse que o bebê estava na caixa d’água. Eu não bebi, eu não bebo, não tenho vício”.

Questionada sobre por que ela não ajudou a procurar o bebê, ela disse que não ajudou porque quando ela saiu do banheiro, eles já bateram nela, e acusaram de ter matado o bebê. Ela disse que foi recebida com porradas, e que caiu, e o marido da sobrinha pisou e quebrou a sua muleta, por isso ela não teve reação nenhuma, e ficou caída no chão, e nem tinha como procurar pelo bebê, que até então, eles disseram estar desaparecido.

Ela disse ainda em reportagem, que não viu esse bebê em momento algum. Que ela até ajudou a sua sobrinha quando o bebê nasceu. Ela disse também que ficou sabendo de uma desavença entre o casal, que o marido teria descoberto que o filho não era dele, e que eles discutiram, e que não sabe se foi o marido que matou o bebê ou a própria mãe. Ela disse também que nunca teve nada com o marido da sobrinha, que não houve essa conversa de ela querer ficar com ele.

“Peço a Deus para mim ajudar a sair daqui, pois, eu tenho dois filhos pequenos, e preciso cuidar dos meus filhos. Peço aos parentes que estejam me ouvindo, que venha trazer uma roupa para mim também, pois, estou sem roupa aqui na delegacia. Só peço a Deus para mim ajudar o mais rápido possível para eu sair daqui”, finalizou Maria Aparecida.

O inquérito policial está a cargo do delegado titular de Nova Viçosa, Marco Antônio Neves, que está investigando o fato, ouvindo testemunhas, e deverá concluir o procedimento nos próximos dias.

PHOTO JORNALISMO / Por: Edvaldo Alves/Liberdadenews

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